“Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, domínio próprio. Contra essas coisas não há lei.” – Gálatas 5:22-23

O domínio próprio é a última característica do Fruto do Espírito, mas não a menos importante. Ele é o selo que mantém todas as outras virtudes em equilíbrio. Amar, ser manso, ter paz e fé exigem uma vida governada pelo Espírito, e não pelos impulsos da carne. Ter domínio próprio é dizer “não” quando tudo em nós quer dizer “sim”; é agir com sabedoria quando o coração grita por vingança ou prazer imediato.

O mundo valoriza a liberdade de fazer o que se quer, mas a verdadeira liberdade está em escolher o que agrada a Deus. O domínio próprio não é repressão, é direção. Ele nasce quando deixamos o Espírito Santo assumir o controle das nossas emoções, palavras e atitudes.

José, ao resistir à mulher de Potifar, mostrou domínio próprio. Jesus, ao ser insultado e humilhado, permaneceu em silêncio e cumpriu o propósito do Pai. O domínio próprio é força espiritual disfarçada de calma.

Quando o Espírito governa o coração, o pecado perde espaço e a vontade de Deus ganha forma em nós. Que cada decisão, palavra e reação revele que Cristo é o Senhor da nossa vida.

Adesa – Um Projeto de Vida