“E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.” (Apocalipse 13:8)

A expressão “o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” revela a grandiosidade do plano de Deus para a salvação da humanidade. Antes mesmo de o homem existir, antes da queda no Éden, o Senhor já havia estabelecido em Seu coração o caminho da redenção. Nada pegou Deus de surpresa. O sacrifício de Cristo não foi um improviso, mas parte de um plano eterno de amor.

O Cordeiro de Deus, Jesus Cristo, sempre foi a esperança da humanidade. Todas as ofertas e sacrifícios do Antigo Testamento apontavam para Ele. O sangue do cordeiro pascal no Egito, que livrou Israel da morte, já simbolizava o sangue precioso de Cristo, que nos livra da condenação eterna.

Esse texto nos mostra duas verdades poderosas: primeiro, a soberania de Deus, que desde a eternidade preparou a salvação. Segundo, o valor infinito do sacrifício de Cristo, que não foi um acidente histórico, mas um propósito eterno.

Isso deve gerar em nós confiança. Nada foge ao controle de Deus. Ele já tinha preparado a vitória antes mesmo da queda. Isso também deve gerar gratidão. O amor de Deus não começou quando Jesus nasceu em Belém, mas já estava manifesto desde a fundação do mundo.

Portanto, vivamos em adoração e reverência. Se o Cordeiro se entregou por nós, como não entregarmos nossa vida a Ele? Que cada dia seja marcado por gratidão, santidade e fé no Cordeiro eterno.

Adesa – Um Projeto de Vida