“E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem.” (Atos 2:4)

No dia de Pentecostes, um extraordinário mover de Deus marcou a história da Igreja. O Espírito Santo desceu sobre os discípulos, enchendo-os de poder, coragem e dons sobrenaturais.

Este versículo nos lembra que a plenitude do Espírito não é restrita a alguns, mas está disponível a todos que creem. ) “E todos foram cheios…” — homens e mulheres, jovens e idosos, simples e instruídos.

Ser cheio do Espírito é mais do que ter uma experiência momentânea; é viver diariamente sob Sua direção, permitindo que Ele transforme nosso caráter, fortaleça nossa fé e nos conduza no serviço cristão. Quando Ele enche nossa vida, dons são liberados, barreiras são quebradas e a Igreja é edificada.

As línguas faladas naquele dia eram um sinal de que o Evangelho ultrapassaria todas as fronteiras culturais e linguísticas. Interessante constatar que o Espírito Santo trouxe entendimento para todos os que ouviam aquelas línguas. Se traçarmos um paralelo entre o que aconteceu na construção de Babel e o no Pentecostes, verificamos que enquanto em Babel, o homem na sua ânsia de se autoglorificar trouxe a confusão das linguagens, no Pentecostes, a presença do Espírito de Deus gerou uniformidade de entendimento.

Hoje, Deus continua desejando encher Seus filhos com o Espírito Santo. Ele quer nos dar ousadia para testemunhar, sensibilidade para amar, capacidade de nos comunicar e poder para viver de forma santa e frutífera. Que possamos abrir nosso coração e clamar: “Vem, Espírito Santo! Enche-me até transbordar!”

Adesa – Um Projeto de Vida